Blocos da Liga Sebastiana desfilam a partir de amanhã no Rio
Com desfiles nesta sexta-feira (13) e na terça-feira "gorda" (17), o bloco Carmelitas, um dos símbolos de Santa Teresa, volta às ruas, retomando seus principais temas: a realidade política e belezas e problemas do bairro. Na sexta-feira (13), a concentração começa às 13h, em frente ao bar do Serginho; na terça-feira (17) os foliões se reunem a partir das 8h no Largo do Curvelo, informou à Agência Brasil o jornalista Alvanísio Damasceno, presidente do bloco. Notícias relacionadas:Carnaval: Sambódromo garante acessibilidade a deficientes.Galo Gigante homenageia Dom Helder Câmara, no Carnaval recifense.Maracatu Cambinda Brasileira celebra 108 anos.O bloco transforma em crítica carnavalesca, com muito humor, questões do cotidiano de Santa Teresa, abordando a precariedade de serviços e o contraste entre a vida do morador e o destaque dado ao turismo. “A gente está com uma volta do olhar para Santa Teresa. Vamos falar do bairro, da destinação do bonde mais para turista do que para morador. E a gente aproveita para mandar uma mensagem de paz e amor para o (presidente dos Estados Unidos, Donald) Trump e pela guerra na Ucrânia”, disse Damasceno. A imagem da freirinha que “pula o muro” do convento para brincar o carnaval - arte do cartunista, humorista, ilustrador, arquiteto e artista gráfico Claudius Ceccon - ilustra a camiseta deste ano. O samba enredo do carnaval 2026 do Carmelitas é Entre a gente é secreto, minha freira e tem como autores Cris Maza, Anderson Feife, Djalma Junior, Paulinho Maudonnet e Ricardo Mello. Barbas No sábado (14), às 12h, o Bloco do Barbas, que completou 40 anos em 2025, desfila por Botafogo com a tradicional sátira política e irreverência. O tema deste ano é Nem Laranjão, nem Bananinha: o Barbas saúda a Unidos da Papuda!. O bloco sai com dois sambas vencedores no carro e bateria de Mestre Felipão. No final do desfile, será realizado o tradicional baile de despedida, na Rua General Gois Monteiro, reunindo um público eclético, que mistura gerações, desde aquelas que saem no Barbas há 40 anos, como a turma jovem, que renova o time de adeptos do bloco. A informação é de Crica Rodrigues, uma das responsáveis do bloco e filha do fundador Nelsinho Rodrigues. Simpatia é Quase Amor Um dos mais tradicionais blocos do Rio, responsável pela retomada do carnaval de rua carioca, o Simpatia é Quase Amor faz o segundo desfile no domingo (15), em seu quadragésimo segundo carnaval, prestando homenagem aos povos originários do Brasil e reafirmando o caráter político e cultural da agremiação. A camiseta deste ano é assinada pelo carnavalesco e cenógrafo Milton Cunha e traz os dizeres Iwakuru koendâ arâ aron, na língua Baikiri, povo indígena do Mato Grosso, que quer dizer Simpatia É Quase Amor. O primeiro desfile do bloco foi no dia 7 deste mês. A concentração está marcada para as 13h, na Praça General Osório, em Ipanema, e o cortejo deve sair às 15h. O tema é Brasil, terra indígena. Os chapéus da bateria serão cocares. A novidade deste ano fica por conta de painéis de Led colocados no trio elétrico exibindo mensagens de apoio aos povos originários, contra o Marco Temporal e em defesa dos direitos humanos. O samba "Aldeia Simpatia" é de Leandro Fregonesi, Tomaz Miranda e Paulinho Maudonnet. Que Merda é Essa? Também no domingo (15), o bloco Que Merda é Essa? desfila a partir das 12h, em Ipanema. A concentração será às 11h, na Rua Garcia D’Ávila, esquina com Rua Nascimento Silva, em frente ao bar Paz e Amor. Considerado o bloco mais irreverente do Rio de Janeiro, há 29 anos o Que Merca é Essa? leva alegria às ruas do bairro. A camiseta traz uma ilustração satírica do presidente norte-americano, Donald Trump, que aparece sentado em uma privada, cercado por elementos críticos como uma bomba, petróleo e uma pomba da paz assustada. A arte é do cartunista Alecrim. Das 9h às 11h, tem o bailinho infantil do Que Caquinha é Essa?, também em frente ao bar Paz e Amor. Bloco 442 Na Saúde, zona portuária do Rio de Janeiro, o Bloco 442 sai no domingo (15), com concentração no Largo São Francisco da Prainha, a partir das 13h. Criado em 2018 por músicos apaixonados pelo ritmo vibrante das brass bands - grupos musicais compostos principalmente por instrumentos de sopro de metal, o bloco une sucessos do pop mundial com a energia dos ritmos brasileiros, garantindo um desfile inesquecível para os foliões. O repertório inclui músicas que marcaram época, como Bad Romance, Like A Prayer, Shape Of You e Say You'll Be There. O cortejo sai às 14h. Virtual Na segunda-feira (16), o Bloco Virtual concentra às 8h, na Rua Anchieta, e sai pelas ruas do Leme, zona sul da cidade, com o tema América Invertida, inspirado no quadro do artista uruguaio Joaquin Torres Garcia. A designer Bela Cotrim é a autora da arte da camiseta deste ano. “Em tempo de invasão estadunidense na Venezuela e tarifaços, o Virtual sairá na segunda de carnaval no Leme para gritar: ‘Eu sou da América do Sul, como diz o ve

Na sexta-feira (13), a concentração começa às 13h, em frente ao bar do Serginho; na terça-feira (17) os foliões se reunem a partir das 8h no Largo do Curvelo, informou à Agência Brasil o jornalista Alvanísio Damasceno, presidente do bloco.
Notícias relacionadas:
- Carnaval: Sambódromo garante acessibilidade a deficientes.
- Galo Gigante homenageia Dom Helder Câmara, no Carnaval recifense.
- Maracatu Cambinda Brasileira celebra 108 anos.
“A gente está com uma volta do olhar para Santa Teresa. Vamos falar do bairro, da destinação do bonde mais para turista do que para morador. E a gente aproveita para mandar uma mensagem de paz e amor para o (presidente dos Estados Unidos, Donald) Trump e pela guerra na Ucrânia”, disse Damasceno.
A imagem da freirinha que “pula o muro” do convento para brincar o carnaval - arte do cartunista, humorista, ilustrador, arquiteto e artista gráfico Claudius Ceccon - ilustra a camiseta deste ano. O samba enredo do carnaval 2026 do Carmelitas é Entre a gente é secreto, minha freira e tem como autores Cris Maza, Anderson Feife, Djalma Junior, Paulinho Maudonnet e Ricardo Mello.
Barbas
No sábado (14), às 12h, o Bloco do Barbas, que completou 40 anos em 2025, desfila por Botafogo com a tradicional sátira política e irreverência. O tema deste ano é Nem Laranjão, nem Bananinha: o Barbas saúda a Unidos da Papuda!.
O bloco sai com dois sambas vencedores no carro e bateria de Mestre Felipão. No final do desfile, será realizado o tradicional baile de despedida, na Rua General Gois Monteiro, reunindo um público eclético, que mistura gerações, desde aquelas que saem no Barbas há 40 anos, como a turma jovem, que renova o time de adeptos do bloco.
A informação é de Crica Rodrigues, uma das responsáveis do bloco e filha do fundador Nelsinho Rodrigues.
Simpatia é Quase Amor
Um dos mais tradicionais blocos do Rio, responsável pela retomada do carnaval de rua carioca, o Simpatia é Quase Amor faz o segundo desfile no domingo (15), em seu quadragésimo segundo carnaval, prestando homenagem aos povos originários do Brasil e reafirmando o caráter político e cultural da agremiação.
A camiseta deste ano é assinada pelo carnavalesco e cenógrafo Milton Cunha e traz os dizeres Iwakuru koendâ arâ aron, na língua Baikiri, povo indígena do Mato Grosso, que quer dizer Simpatia É Quase Amor. O primeiro desfile do bloco foi no dia 7 deste mês.
A concentração está marcada para as 13h, na Praça General Osório, em Ipanema, e o cortejo deve sair às 15h. O tema é Brasil, terra indígena. Os chapéus da bateria serão cocares. A novidade deste ano fica por conta de painéis de Led colocados no trio elétrico exibindo mensagens de apoio aos povos originários, contra o Marco Temporal e em defesa dos direitos humanos. O samba "Aldeia Simpatia" é de Leandro Fregonesi, Tomaz Miranda e Paulinho Maudonnet.
Que Merda é Essa?
Também no domingo (15), o bloco Que Merda é Essa? desfila a partir das 12h, em Ipanema. A concentração será às 11h, na Rua Garcia D’Ávila, esquina com Rua Nascimento Silva, em frente ao bar Paz e Amor.
Considerado o bloco mais irreverente do Rio de Janeiro, há 29 anos o Que Merca é Essa? leva alegria às ruas do bairro. A camiseta traz uma ilustração satírica do presidente norte-americano, Donald Trump, que aparece sentado em uma privada, cercado por elementos críticos como uma bomba, petróleo e uma pomba da paz assustada. A arte é do cartunista Alecrim. Das 9h às 11h, tem o bailinho infantil do Que Caquinha é Essa?, também em frente ao bar Paz e Amor.
Bloco 442
Na Saúde, zona portuária do Rio de Janeiro, o Bloco 442 sai no domingo (15), com concentração no Largo São Francisco da Prainha, a partir das 13h. Criado em 2018 por músicos apaixonados pelo ritmo vibrante das brass bands - grupos musicais compostos principalmente por instrumentos de sopro de metal, o bloco une sucessos do pop mundial com a energia dos ritmos brasileiros, garantindo um desfile inesquecível para os foliões.
O repertório inclui músicas que marcaram época, como Bad Romance, Like A Prayer, Shape Of You e Say You'll Be There. O cortejo sai às 14h.
Virtual
Na segunda-feira (16), o Bloco Virtual concentra às 8h, na Rua Anchieta, e sai pelas ruas do Leme, zona sul da cidade, com o tema América Invertida, inspirado no quadro do artista uruguaio Joaquin Torres Garcia.
A designer Bela Cotrim é a autora da arte da camiseta deste ano.
“Em tempo de invasão estadunidense na Venezuela e tarifaços, o Virtual sairá na segunda de carnaval no Leme para gritar: ‘Eu sou da América do Sul, como diz o verso do compositor e cantor Milton Nascimento”, destacou Lula Jardim, um dos responsáveis pelo bloco.
Superbacana
No sábado das campeãs (21), o Superbacana, bloco da Tropicália fica concentra, às 14h, na Praça Luiz de Camões, na Glória, prestando homenagem a Gilberto Gil, com o tema Realeza Gil, que celebra a trajetória do compositor, cantor e ex-ministro da Cultura do país. O bloco apresenta um tributo ao artista pela sua última turnê (Tempo Rei), com músicas de diferentes fases de sua carreira. O desfile marca também o lançamento da primeira música autoral do bloco, com participação do cantor e compositor Roni Valk.
Monobloco
Encerrando os desfiles dos blocos da Sebastiana no carnaval 2026, o Monobloco se apresenta no domingo (22), no Circuito Preta Gil, concentrando a partir das 7h na Rua Primeiro de Março, 57, região central do Rio de Janeiro.
O tema escolhido para este ano foi Pode entrar que a casa é sua. O compositor Arlindo Cruz será homenageado com sambas como O Show Tem Que Continuar e Samba de Arerê, e Preta Gil será lembrada com hits como Só o Amor e Sinais de Fogo.








