Bloco mais antigo do Rio, Cordão da Bola Preta terá centro cultural
Mais antigo bloco carnavalesco do Rio de Janeiro, o Cordão da Bola Preta ganhará um centro cultural, que irá funcionar na Rua da Relação 1, na região central da cidade e onde fica a sede do grupo. As obras, executadas pela prefeitura, terão início no primeiro semestre deste ano e devem durar oito meses. O anúncio do centro cultural foi feito nesta sexta-feira (6) pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, em visita ao bloco. Notícias relacionadas:Rio espera receber 8 milhões de foliões para o carnaval.Blocos contam expectativa para estrear no carnaval do Rio.Desde 2007, Cordão da Bola Preta é reconhecido como bem cultural imaterial da cidade do Rio. No local, são realizadas atividades culturais ligadas ao samba. “São 107 anos de existência e nós nunca conseguimos um momento tão importante para a história, futuro e sobrevivência da maior instituição cultural do carnaval carioca, quem sabe do Brasil. Essa obra representa tudo para o Bola Preta. É um momento de extrema emoção e felicidade. Finalmente, com essa obra, nós vamos implementar a história do carnaval do Bola Preta, que se confunde com a história do carnaval carioca”, disse o presidente do Cordão da Bola Preta, Pedro Ernesto Marinho. De acordo com o projeto, serão reconstruídos um sobrado, fachadas e esquadrias, além da modernização das instalações. O centro cultural terá bistrô, cozinha, hall de entrada, recepção, espaço para shows e área de estar. No mezanino, serão implantados camarote, hall e sanitários. O pavimento superior abrigará a administração, copa e depósito. A área total a ser recuperada é de 1,2 mil metros quadrados, com capacidade para receber cerca de 1.200 pessoas. História do Bola Preta Fundado em 13 de dezembro de 1918, o Cordão da Bola Preta surgiu a partir da reunião de amigos no bar Cave de Ouro, na Rua da Carioca, com o objetivo de preservar o carnaval de rua, em um momento que a cidade do Rio passava por transformações urbanas e culturais. Desde sua criação, o bloco adotou as cores preto e branco. Entre as décadas de 1930 e 1970, o Bola Preta manteve o formato de cordão carnavalesco, com marchinhas, metais e percussão. A sede do bloco, que já funcionou na Avenida Treze de Maio, está instalada atualmente na Rua da Relação, tornando-se ponto de encontro de músicos e foliões.

As obras, executadas pela prefeitura, terão início no primeiro semestre deste ano e devem durar oito meses. O anúncio do centro cultural foi feito nesta sexta-feira (6) pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, em visita ao bloco.
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“São 107 anos de existência e nós nunca conseguimos um momento tão importante para a história, futuro e sobrevivência da maior instituição cultural do carnaval carioca, quem sabe do Brasil. Essa obra representa tudo para o Bola Preta. É um momento de extrema emoção e felicidade. Finalmente, com essa obra, nós vamos implementar a história do carnaval do Bola Preta, que se confunde com a história do carnaval carioca”, disse o presidente do Cordão da Bola Preta, Pedro Ernesto Marinho.
De acordo com o projeto, serão reconstruídos um sobrado, fachadas e esquadrias, além da modernização das instalações.
O centro cultural terá bistrô, cozinha, hall de entrada, recepção, espaço para shows e área de estar. No mezanino, serão implantados camarote, hall e sanitários. O pavimento superior abrigará a administração, copa e depósito.
A área total a ser recuperada é de 1,2 mil metros quadrados, com capacidade para receber cerca de 1.200 pessoas.
História do Bola Preta
Fundado em 13 de dezembro de 1918, o Cordão da Bola Preta surgiu a partir da reunião de amigos no bar Cave de Ouro, na Rua da Carioca, com o objetivo de preservar o carnaval de rua, em um momento que a cidade do Rio passava por transformações urbanas e culturais.
Desde sua criação, o bloco adotou as cores preto e branco. Entre as décadas de 1930 e 1970, o Bola Preta manteve o formato de cordão carnavalesco, com marchinhas, metais e percussão.
A sede do bloco, que já funcionou na Avenida Treze de Maio, está instalada atualmente na Rua da Relação, tornando-se ponto de encontro de músicos e foliões.








